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Paraibana desaparecida na Espanha está sem contato há 40 dias

Paraibana desaparecida na Espanha está sem contato há 40 dias

Mônica Maria da Silva, de 36 anos, desapareceu em Barcelona. Família relata histórico de agressões e busca ajuda para localizá-la.

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Ana Vívian
18 de agosto de 2026
16 min de leitura
Policial

A cabeleireira paraibana Mônica Maria da Silva, de 36 anos, está desaparecida há mais de 40 dias em Barcelona, na Espanha. Natural de Pedras de Fogo, na Paraíba, ela vive no país europeu desde 2024, após ter morado anteriormente na Espanha em 2021 e retornado posteriormente ao Brasil.

O último contato de Mônica com a família ocorreu em 4 de julho, durante uma chamada de vídeo. Depois de vários dias sem novas notícias, a irmã dela, Cristina Silva, começou a procurar amigas que vivem na Espanha para tentar descobrir o que havia acontecido.

Durante as buscas, a família recebeu relatos de que Mônica estaria vivendo um relacionamento conturbado e teria sido vítima de agressões. O paradeiro da brasileira, no entanto, continua desconhecido.

A situação também preocupa a filha de Mônica, de seis anos, que vive em Pedras de Fogo sob os cuidados de Cristina.

Família descobriu relatos de possíveis agressões

Segundo Cristina, a família começou a perceber que havia algo errado quando Mônica deixou de manter contato. A irmã passou a procurar pessoas próximas à cabeleireira por meio das redes sociais.

Foi nesse processo que surgiram relatos sobre problemas no relacionamento de Mônica. Cristina afirma que recebeu informações de que a irmã teria sido agredida pelo companheiro.

“Passaram-se 15 dias, a gente ficou aguardando, ela não retornou mais ligação e a gente ficou aguardando. Aí a menina [a filha] pediu para mandar uma mensagem quando a Espanha ganhou a Copa, e eu observei que a mensagem não chegou”, relatou Cristina.

Ainda segundo a irmã, as informações recebidas indicavam que Mônica estaria enfrentando situações de violência no relacionamento.

“Começaram a aparecer coisinhas, como que ela não ia bem no relacionamento, que ele já havia batido nela, ele já cortou a cabeça dela, esse tipo de situação”, afirmou.

As suspeitas de agressão são baseadas nos relatos apresentados à família e não foram confirmadas pelas autoridades espanholas.

Cliente enviou fotos, vídeos e conversas

Durante as buscas, uma antiga cliente de Mônica entrou em contato com a família e enviou fotos, vídeos e conversas que teria recebido da paraibana.

De acordo com Cristina, em uma das mensagens, enviada em abril, Mônica teria pedido que a mulher guardasse o material porque poderia ficar sem o celular.

A irmã afirma que, nas imagens, Mônica aparece ao lado de um homem que não era conhecido pela família. Cristina também relata ter recebido fotos nas quais a cabeleireira aparece com unhas arrancadas e informações de que teria sido agredida.

A família recebeu ainda a informação de que Mônica teria passado pelo SARA (Servicio de Atención, Recuperación y Acogida), serviço de atendimento e acolhimento para mulheres vítimas de violência.

As amigas da paraibana informaram à família que a última conversa delas com Mônica teria acontecido em 15 de junho.

Quem é o homem que se relacionava com Mônica

Segundo Cristina, Mônica mantinha um relacionamento com um homem natural da República Dominicana, que também é imigrante na Espanha.

A família da paraibana afirma que nunca chegou a conversar com o homem e não possui informações sobre o paradeiro atual dele.

Mônica morava próximo à estação de metrô Can Cuiàs, na região de Ciutat Barcelona, nas proximidades de Sant Coloma de Gramenet.

O local é apontado pela família como uma referência para as buscas pela brasileira desaparecida.

Família busca ajuda de autoridades

A família registrou um boletim de ocorrência no Brasil e encaminhou a documentação ao Itamaraty e ao Consulado do Brasil em Barcelona em busca de auxílio para localizar Mônica.

Segundo Cristina, o consulado informou que Mônica teria sido vista cerca de 20 dias antes, durante uma abordagem, mas não teria fornecido detalhes à família sobre a situação.

A irmã também afirma que recebeu orientação para tentar alcançar a Interpol, mas relata dificuldades para conseguir avançar nas buscas.

“(O consulado) disse que não tem o poder de investigação e que eu tenho que alcançar a Interpol, que é o que eu estou tentando fazer. Eu estou vendo que está muito difícil conseguir isso”, disse Cristina à TV Cabo Branco.

Ela também descreveu a dificuldade da família diante da falta de informações sobre o caso.

“Uma polícia joga você para um lado, outra para o outro, sabe? E a gente não tem o contato. A gente não consegue resolver isso sem eles, eu acredito, né?”, afirmou.

O Itamaraty informou ao Jornal da Paraíba que tem conhecimento do caso, mantém contato com a família e presta assistência consular. O órgão não informou, até a publicação da reportagem, se existe investigação em andamento pelas autoridades espanholas nem apresentou detalhes sobre o paradeiro de Mônica.

Filha de seis anos vive com a família na Paraíba

Mônica é mãe de uma menina de seis anos, que permanece no Brasil sob os cuidados de Cristina Silva, irmã da cabeleireira.

Segundo Cristina, a ausência da mãe também tem afetado a criança. Ela relatou que a menina apresenta dificuldades para dormir e passa por períodos de agitação.

“Ela passa uns dias agitada, sem dormir direito. Eu observei, ela não consegue falar que está com saudade (...) O que eu posso fazer é dar carinho, amor, cuidar bem e esperar que a mãe dela apareça, né?”, disse Cristina.

A família tenta manter os cuidados com a criança enquanto aguarda informações sobre Mônica e busca alternativas para ampliar a localização da brasileira.

A cabeleireira paraibana Mônica Maria da Silva, de 36 anos, está desaparecida há mais de 40 dias em Barcelona, na Espanha. Natural de Pedras de Fogo, na Paraíba, ela vive no país europeu desde 2024, após ter morado anteriormente na Espanha em 2021 e retornado posteriormente ao Brasil.

O último contato de Mônica com a família ocorreu em 4 de julho, durante uma chamada de vídeo. Depois de vários dias sem novas notícias, a irmã dela, Cristina Silva, começou a procurar amigas que vivem na Espanha para tentar descobrir o que havia acontecido.

Durante as buscas, a família recebeu relatos de que Mônica estaria vivendo um relacionamento conturbado e teria sido vítima de agressões. O paradeiro da brasileira, no entanto, continua desconhecido.

A situação também preocupa a filha de Mônica, de seis anos, que vive em Pedras de Fogo sob os cuidados de Cristina.

Família descobriu relatos de possíveis agressões

Segundo Cristina, a família começou a perceber que havia algo errado quando Mônica deixou de manter contato. A irmã passou a procurar pessoas próximas à cabeleireira por meio das redes sociais.

Foi nesse processo que surgiram relatos sobre problemas no relacionamento de Mônica. Cristina afirma que recebeu informações de que a irmã teria sido agredida pelo companheiro.

“Passaram-se 15 dias, a gente ficou aguardando, ela não retornou mais ligação e a gente ficou aguardando. Aí a menina [a filha] pediu para mandar uma mensagem quando a Espanha ganhou a Copa, e eu observei que a mensagem não chegou”, relatou Cristina.

Ainda segundo a irmã, as informações recebidas indicavam que Mônica estaria enfrentando situações de violência no relacionamento.

“Começaram a aparecer coisinhas, como que ela não ia bem no relacionamento, que ele já havia batido nela, ele já cortou a cabeça dela, esse tipo de situação”, afirmou.

As suspeitas de agressão são baseadas nos relatos apresentados à família e não foram confirmadas pelas autoridades espanholas.

Cliente enviou fotos, vídeos e conversas

Durante as buscas, uma antiga cliente de Mônica entrou em contato com a família e enviou fotos, vídeos e conversas que teria recebido da paraibana.

De acordo com Cristina, em uma das mensagens, enviada em abril, Mônica teria pedido que a mulher guardasse o material porque poderia ficar sem o celular.

A irmã afirma que, nas imagens, Mônica aparece ao lado de um homem que não era conhecido pela família. Cristina também relata ter recebido fotos nas quais a cabeleireira aparece com unhas arrancadas e informações de que teria sido agredida.

A família recebeu ainda a informação de que Mônica teria passado pelo SARA (Servicio de Atención, Recuperación y Acogida), serviço de atendimento e acolhimento para mulheres vítimas de violência.

As amigas da paraibana informaram à família que a última conversa delas com Mônica teria acontecido em 15 de junho.

Quem é o homem que se relacionava com Mônica

Segundo Cristina, Mônica mantinha um relacionamento com um homem natural da República Dominicana, que também é imigrante na Espanha.

A família da paraibana afirma que nunca chegou a conversar com o homem e não possui informações sobre o paradeiro atual dele.

Mônica morava próximo à estação de metrô Can Cuiàs, na região de Ciutat Barcelona, nas proximidades de Sant Coloma de Gramenet.

O local é apontado pela família como uma referência para as buscas pela brasileira desaparecida.

Família busca ajuda de autoridades

A família registrou um boletim de ocorrência no Brasil e encaminhou a documentação ao Itamaraty e ao Consulado do Brasil em Barcelona em busca de auxílio para localizar Mônica.

Segundo Cristina, o consulado informou que Mônica teria sido vista cerca de 20 dias antes, durante uma abordagem, mas não teria fornecido detalhes à família sobre a situação.

A irmã também afirma que recebeu orientação para tentar alcançar a Interpol, mas relata dificuldades para conseguir avançar nas buscas.

“(O consulado) disse que não tem o poder de investigação e que eu tenho que alcançar a Interpol, que é o que eu estou tentando fazer. Eu estou vendo que está muito difícil conseguir isso”, disse Cristina à TV Cabo Branco.

Ela também descreveu a dificuldade da família diante da falta de informações sobre o caso.

“Uma polícia joga você para um lado, outra para o outro, sabe? E a gente não tem o contato. A gente não consegue resolver isso sem eles, eu acredito, né?”, afirmou.

O Itamaraty informou ao Jornal da Paraíba que tem conhecimento do caso, mantém contato com a família e presta assistência consular. O órgão não informou, até a publicação da reportagem, se existe investigação em andamento pelas autoridades espanholas nem apresentou detalhes sobre o paradeiro de Mônica.

Filha de seis anos vive com a família na Paraíba

Mônica é mãe de uma menina de seis anos, que permanece no Brasil sob os cuidados de Cristina Silva, irmã da cabeleireira.

Segundo Cristina, a ausência da mãe também tem afetado a criança. Ela relatou que a menina apresenta dificuldades para dormir e passa por períodos de agitação.

“Ela passa uns dias agitada, sem dormir direito. Eu observei, ela não consegue falar que está com saudade (...) O que eu posso fazer é dar carinho, amor, cuidar bem e esperar que a mãe dela apareça, né?”, disse Cristina.

A família tenta manter os cuidados com a criança enquanto aguarda informações sobre Mônica e busca alternativas para ampliar a localização da brasileira.

Pais A cabeleireira paraibana Mônica Maria da Silva, de 36 anos, está desaparecida há mais de 40 dias em Barcelona, na Espanha. Natural de Pedras de Fogo, na Paraíba, ela vive no país europeu desde 2024, após ter morado anteriormente na Espanha em 2021 e retornado posteriormente ao Brasil.

O último contato de Mônica com a família ocorreu em 4 de julho, durante uma chamada de vídeo. Depois de vários dias sem novas notícias, a irmã dela, Cristina Silva, começou a procurar amigas que vivem na Espanha para tentar descobrir o que havia acontecido.

Durante as buscas, a família recebeu relatos de que Mônica estaria vivendo um relacionamento conturbado e teria sido vítima de agressões. O paradeiro da brasileira, no entanto, continua desconhecido.

A situação também preocupa a filha de Mônica, de seis anos, que vive em Pedras de Fogo sob os cuidados de Cristina.

Família descobriu relatos de possíveis agressões

Segundo Cristina, a família começou a perceber que havia algo errado quando Mônica deixou de manter contato. A irmã passou a procurar pessoas próximas à cabeleireira por meio das redes sociais.

Foi nesse processo que surgiram relatos sobre problemas no relacionamento de Mônica. Cristina afirma que recebeu informações de que a irmã teria sido agredida pelo companheiro.

“Passaram-se 15 dias, a gente ficou aguardando, ela não retornou mais ligação e a gente ficou aguardando. Aí a menina [a filha] pediu para mandar uma mensagem quando a Espanha ganhou a Copa, e eu observei que a mensagem não chegou”, relatou Cristina.

Ainda segundo a irmã, as informações recebidas indicavam que Mônica estaria enfrentando situações de violência no relacionamento.

“Começaram a aparecer coisinhas, como que ela não ia bem no relacionamento, que ele já havia batido nela, ele já cortou a cabeça dela, esse tipo de situação”, afirmou.

As suspeitas de agressão são baseadas nos relatos apresentados à família e não foram confirmadas pelas autoridades espanholas.

Cliente enviou fotos, vídeos e conversas

Durante as buscas, uma antiga cliente de Mônica entrou em contato com a família e enviou fotos, vídeos e conversas que teria recebido da paraibana.

De acordo com Cristina, em uma das mensagens, enviada em abril, Mônica teria pedido que a mulher guardasse o material porque poderia ficar sem o celular.

A irmã afirma que, nas imagens, Mônica aparece ao lado de um homem que não era conhecido pela família. Cristina também relata ter recebido fotos nas quais a cabeleireira aparece com unhas arrancadas e informações de que teria sido agredida.

A família recebeu ainda a informação de que Mônica teria passado pelo SARA (Servicio de Atención, Recuperación y Acogida), serviço de atendimento e acolhimento para mulheres vítimas de violência.

As amigas da paraibana informaram à família que a última conversa delas com Mônica teria acontecido em 15 de junho.

Quem é o homem que se relacionava com Mônica

Segundo Cristina, Mônica mantinha um relacionamento com um homem natural da República Dominicana, que também é imigrante na Espanha.

A família da paraibana afirma que nunca chegou a conversar com o homem e não possui informações sobre o paradeiro atual dele.

Mônica morava próximo à estação de metrô Can Cuiàs, na região de Ciutat Barcelona, nas proximidades de Sant Coloma de Gramenet.

O local é apontado pela família como uma referência para as buscas pela brasileira desaparecida.

Família busca ajuda de autoridades

A família registrou um boletim de ocorrência no Brasil e encaminhou a documentação ao Itamaraty e ao Consulado do Brasil em Barcelona em busca de auxílio para localizar Mônica.

Segundo Cristina, o consulado informou que Mônica teria sido vista cerca de 20 dias antes, durante uma abordagem, mas não teria fornecido detalhes à família sobre a situação.

A irmã também afirma que recebeu orientação para tentar alcançar a Interpol, mas relata dificuldades para conseguir avançar nas buscas.

“(O consulado) disse que não tem o poder de investigação e que eu tenho que alcançar a Interpol, que é o que eu estou tentando fazer. Eu estou vendo que está muito difícil conseguir isso”, disse Cristina à TV Cabo Branco.

Ela também descreveu a dificuldade da família diante da falta de informações sobre o caso.

“Uma polícia joga você para um lado, outra para o outro, sabe? E a gente não tem o contato. A gente não consegue resolver isso sem eles, eu acredito, né?”, afirmou.

O Itamaraty informou ao Jornal da Paraíba que tem conhecimento do caso, mantém contato com a família e presta assistência consular. O órgão não informou, até a publicação da reportagem, se existe investigação em andamento pelas autoridades espanholas nem apresentou detalhes sobre o paradeiro de Mônica.

Filha de seis anos vive com a família na Paraíba

Mônica é mãe de uma menina de seis anos, que permanece no Brasil sob os cuidados de Cristina Silva, irmã da cabeleireira.

Segundo Cristina, a ausência da mãe também tem afetado a criança. Ela relatou que a menina apresenta dificuldades para dormir e passa por períodos de agitação.

“Ela passa uns dias agitada, sem dormir direito. Eu observei, ela não consegue falar que está com saudade (...) O que eu posso fazer é dar carinho, amor, cuidar bem e esperar que a mãe dela apareça, né?”, disse Cristina.

A família tenta manter os cuidados com a criança enquanto aguarda informações sobre Mônica e busca alternativas para ampliar a localização da brasileira.

Pais pedem respostas sobre o desaparecimento

A situação também tem afetado os pais de Mônica. Segundo Cristina, a família enfrenta dificuldades emocionais diante da falta de informações sobre o paradeiro da cabeleireira.

Em entrevista à TV Cabo Branco, a irmã descreveu a situação vivida pelos pais e reforçou o pedido por respostas.

“Minha mãe fica lá, desmaiando e voltando. Minha mãe já tomou medicação, agora vive dopada, chorando pelos cantos. E meu pai, meu Deus. Eu quero uma resposta para eles.”

A família segue tentando obter informações por meio das autoridades brasileiras e espanholas. Até a publicação da reportagem, o paradeiro de Mônica permanecia desconhecido.

Inserção de link interno

Para fortalecer o SEO e ampliar o tempo de permanência do leitor, é recomendável inserir no texto um link interno para a reportagem anterior do Jornal da Paraíba sobre o caso, especialmente no trecho que aborda as fotos, vídeos e conversas recebidas pela família. A matéria de referência é “Família procura paraibana que está há mais de 40 dias sem contato na Espanha”.vrespostas sobre o desaparecimento

A situação também tem afetado os pais de Mônica. Segundo Cristina, a família enfrenta dificuldades emocionais diante da falta de informações sobre o paradeiro da cabeleireira.

Em entrevista à TV Cabo Branco, a irmã descreveu a situação vivida pelos pais e reforçou o pedido por respostas.

“Minha mãe fica lá, desmaiando e voltando. Minha mãe já tomou medicação, agora vive dopada, chorando pelos cantos. E meu pai, meu Deus. Eu quero uma resposta para eles.”

A família segue tentando obter informações por meio das autoridades brasileiras e espanholas. Até a publicação da reportagem, o paradeiro de Mônica permanecia desconhecido.

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A situação também tem afetado os pais de Mônica. Segundo Cristina, a família enfrenta dificuldades emocionais diante da falta de informações sobre o paradeiro da cabeleireira.

Em entrevista à TV Cabo Branco, a irmã descreveu a situação vivida pelos pais e reforçou o pedido por respostas.

“Minha mãe fica lá, desmaiando e voltando. Minha mãe já tomou medicação, agora vive dopada, chorando pelos cantos. E meu pai, meu Deus. Eu quero uma resposta para eles.”

A família segue tentando obter informações por meio das autoridades brasileiras e espanholas. Até a publicação da reportagem, o paradeiro de Mônica permanecia desconhecido.

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Para fortalecer o SEO e ampliar o tempo de permanência do leitor, é recomendável inserir no texto um link interno para a reportagem anterior do Jornal da Paraíba sobre o caso, especialmente no trecho que aborda as fotos, vídeos e conversas recebidas pela família. A matéria de referência é “Família procura paraibana que está há mais de 40 dias sem contato na Espanha”.

Fonte: Jornal da Paraiba

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Última atualização: 18/08/2026