Michelle Obama, 62, afirmou que não sente falta das filhas, Malia e Sasha, desde que as duas deixaram a casa dos pais. A ex-primeira-dama dos Estados Unidos comentou sobre a mudança na rotina familiar durante o podcast “IMO with Michelle Obama and Craig Robinson”, apresentado por ela e pelo irmão.
Durante o episódio “Política, Ansiedade e Como Encontrar Esperança Durante Período de Instabilidade”, que contou com a participação do escritor Jon Stewart, Michelle afirmou que continua amando as filhas e que inclusive iria encontrá-las para jantar.
“Não sinto falta delas. Não sinto mesmo. Eu as amo, vou vê-las hoje à noite para jantar”, declarou.
Michelle teve reação diferente de Barack Obama
A ex-primeira-dama também contou que reagiu de maneira diferente de Barack Obama quando as filhas deixaram a casa da família para estudar na faculdade.
Segundo Michelle, enquanto o ex-presidente dos Estados Unidos chorou com a partida das filhas, ela encarou o momento com mais tranquilidade.
“O Barack chorou e eu fiquei tipo: ‘Tchaaaau...’”, relatou.
Saída das filhas trouxe mais tranquilidade
Michelle afirmou que a saída de Malia e Sasha mudou positivamente sua rotina, principalmente por ter deixado para trás a preocupação constante com os horários e compromissos das duas.
Segundo ela, as noites de sexta-feira deixaram de ser marcadas pela preocupação em saber onde as filhas estavam.
“Agora, as noites de sexta-feira não são mais tomadas pelo terror e pelo medo de pensar: ‘Onde você está, onde você está?’”, afirmou.
A ex-primeira-dama também destacou que passou muito tempo com Malia e Sasha enquanto elas moravam com os pais e que conhece profundamente as duas.
“Passei muito tempo de qualidade com minhas filhas, muito mesmo. Eu as conheço de cabo a rabo.”
Declaração divide opiniões nas redes sociais
As declarações de Michelle Obama provocaram diferentes reações nas redes sociais. Parte dos internautas criticou a fala e ressaltou a saudade que sente dos filhos que ainda vivem em casa.
Outros usuários defenderam a ex-primeira-dama e argumentaram que apreciar a independência dos filhos não significa amá-los menos.

