Uma mulher de 44 anos denunciou o próprio pai por agressão física, violência psicológica e importunação sexual em São José do Bonfim, na região de Patos. O suspeito, um idoso de 68 anos, foi preso no domingo (2), levado à Delegacia de Polícia Civil de Patos e, posteriormente, liberado após audiência de custódia, mediante pagamento de fiança. A Justiça determinou medidas que o impedem de se aproximar ou manter contato com a vítima.
Denúncia levou à prisão
De acordo com o delegado Emerson Barbosa, a própria mulher acionou a Polícia Civil para denunciar as agressões que, segundo ela, eram praticadas pelo pai.
Conforme o relato apresentado à polícia, a vítima afirmou que sofria violência física e psicológica e que o suspeito também tentava constrangê-la à prática de atos sexuais.
Segundo o delegado, a denúncia motivou a atuação da corporação, que conduziu o idoso até a Delegacia de Polícia Civil de Patos para os procedimentos legais.
A vítima relatou aos policiais que sofria violência física e psicológica e que o pai também tentava constrangê-la à prática de atos sexuais, conforme informou o delegado Emerson Barbosa.
Suspeito foi liberado mediante fiança
Após ser encaminhado à delegacia, o suspeito prestou depoimento.
Em seguida, ele foi liberado mediante o pagamento de fiança, conforme os procedimentos adotados após a audiência de custódia.
O material disponível não informa o valor da fiança nem apresenta detalhes sobre a investigação ou sobre o tempo em que os fatos denunciados teriam ocorrido.
Justiça impõe medidas restritivas
Apesar da liberação, a Justiça determinou medidas para proteger a vítima e outras pessoas ligadas ao caso.
O suspeito está proibido de se aproximar da filha, dos familiares dela e das testemunhas, devendo manter uma distância mínima de 300 metros.
Além disso, ele não poderá manter qualquer tipo de contato com a vítima ou com os parentes, seja de forma presencial, por telefone ou por meios eletrônicos.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil. As medidas judiciais impostas ao suspeito permanecem em vigor e têm como objetivo garantir a proteção da vítima durante o andamento do procedimento investigativo.
O material base não apresenta informações sobre eventual denúncia formal do Ministério Público, conclusão das investigações ou manifestação da defesa do suspeito.
Fonte: Jornal da Paraiba

