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Idoso é preso após denúncia de agressão e importunação sexual da filha em São José do Bonfim

Idoso é preso após denúncia de agressão e importunação sexual da filha em São José do Bonfim

Mulher denunciou o próprio pai por agressão e importunação sexual em São José do Bonfim. Suspeito foi solto após audiência de custódia e cumpre medidas judiciais.

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Ana Vívian
4 de agosto de 2026
2 min de leitura
Paraíba

Uma mulher de 44 anos denunciou o próprio pai por agressão física, violência psicológica e importunação sexual em São José do Bonfim, na região de Patos. O suspeito, um idoso de 68 anos, foi preso no domingo (2), levado à Delegacia de Polícia Civil de Patos e, posteriormente, liberado após audiência de custódia, mediante pagamento de fiança. A Justiça determinou medidas que o impedem de se aproximar ou manter contato com a vítima.

Denúncia levou à prisão

De acordo com o delegado Emerson Barbosa, a própria mulher acionou a Polícia Civil para denunciar as agressões que, segundo ela, eram praticadas pelo pai.

Conforme o relato apresentado à polícia, a vítima afirmou que sofria violência física e psicológica e que o suspeito também tentava constrangê-la à prática de atos sexuais.

Segundo o delegado, a denúncia motivou a atuação da corporação, que conduziu o idoso até a Delegacia de Polícia Civil de Patos para os procedimentos legais.

A vítima relatou aos policiais que sofria violência física e psicológica e que o pai também tentava constrangê-la à prática de atos sexuais, conforme informou o delegado Emerson Barbosa.

Suspeito foi liberado mediante fiança

Após ser encaminhado à delegacia, o suspeito prestou depoimento.

Em seguida, ele foi liberado mediante o pagamento de fiança, conforme os procedimentos adotados após a audiência de custódia.

O material disponível não informa o valor da fiança nem apresenta detalhes sobre a investigação ou sobre o tempo em que os fatos denunciados teriam ocorrido.

Justiça impõe medidas restritivas

Apesar da liberação, a Justiça determinou medidas para proteger a vítima e outras pessoas ligadas ao caso.

O suspeito está proibido de se aproximar da filha, dos familiares dela e das testemunhas, devendo manter uma distância mínima de 300 metros.

Além disso, ele não poderá manter qualquer tipo de contato com a vítima ou com os parentes, seja de forma presencial, por telefone ou por meios eletrônicos.

O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil. As medidas judiciais impostas ao suspeito permanecem em vigor e têm como objetivo garantir a proteção da vítima durante o andamento do procedimento investigativo.

O material base não apresenta informações sobre eventual denúncia formal do Ministério Público, conclusão das investigações ou manifestação da defesa do suspeito.

Fonte: Jornal da Paraiba

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Última atualização: 04/08/2026