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Hugo Motta defende Dias Toffoli e fala em “exagero” nas críticas sobre caso Master

Hugo Motta defende Dias Toffoli e fala em “exagero” nas críticas sobre caso Master

Presidente da Câmara, Hugo Motta, diz que Dias Toffoli atuou com equilíbrio no caso Master e critica mudança de foco de CPI no Senado.

Carlos HenriqueCarlos Henrique
27 de fevereiro de 2026
2 min de leitura
Política

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), saiu em defesa do ministro Dias Toffoli nesta quinta-feira (26), ao comentar a atuação do magistrado como relator do chamado caso Master no Supremo Tribunal Federal. Segundo Motta, houve “exagero” nas críticas direcionadas ao ministro.

Defesa da atuação no STF

Em entrevista ao portal Metrópoles, Hugo Motta afirmou que Toffoli conduziu o processo com equilíbrio e atendeu às solicitações feitas pelos órgãos de investigação.

“As decisões proferidas pelo antigo relator, ministro Dias Toffoli, atenderam todos os pedidos que o Ministério Público e a Polícia Federal fizeram. Eu penso que houve um exagero da parte da mídia e, no geral, do papel que o ministro Toffoli cumpriu”, declarou.

Para o presidente da Câmara, as críticas ao ministro não condizem com o desempenho adotado durante a relatoria do caso.

Críticas à CPI no Senado

Ao comentar os desdobramentos do caso Master, Motta também fez críticas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) em andamento no Senado Federal. Segundo ele, o colegiado estaria ampliando o foco das investigações além do que foi inicialmente proposto.

“Acho errado mudar escopo de CPI que estava apresentado com um intuito para querer fazer palanque eleitoral sobre outro assunto. CPI tem escopo, CPI tem fato determinado, e não é correto se pegar uma CPI para investigar aquilo que não foi o fato inicial o qual ela foi proposta, que é isso que infelizmente estamos vendo no Senado Federal”, afirmou.

Debate político

As declarações de Hugo Motta reforçam o debate político em torno do caso Master e da condução das investigações. O tema tem gerado repercussão tanto no Judiciário quanto no Congresso Nacional.

Até o momento, não houve manifestação pública do ministro Dias Toffoli sobre as declarações do presidente da Câmara.

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Última atualização: 27/02/2026