Cinco pessoas foram presas pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (21), suspeitas de integrar um grupo criminoso envolvido com furtos e receptação de materiais de construção em João Pessoa. As prisões ocorreram após a corporação ser acionada pelo proprietário de uma construtora, que informou sobre um furto em andamento na empresa, localizada no bairro de Tambauzinho.
Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram por volta das 12h, quando os policiais receberam a denúncia sobre a ação criminosa.
Ao chegarem à construtora, os agentes encontraram três suspeitos retirando rolos de fios elétricos de forma clandestina. Os materiais estavam sendo retirados da empresa quando os policiais intervieram e realizaram as prisões.
Paralelamente à ocorrência em Tambauzinho, outro suspeito foi identificado pela Polícia Civil praticando o mesmo tipo de crime em uma obra localizada no bairro de Manaíra.
Ainda de acordo com a corporação, um quinto integrante do grupo é apontado como receptador dos materiais furtados. A atuação dele estaria relacionada à destinação dos produtos obtidos por meio dos furtos.
Durante a operação, os policiais também recuperaram diversos materiais que, segundo a investigação, haviam sido furtados de empresas.
Entre os itens apreendidos estão dois rolos de cabo elétrico de controle e um rolo de fio pertencentes a uma construtora.
Também foram encontradas 52 unidades de fotocélula, 45 bases de fotocélula, quatro sacos de conectores de derivação e dois rolos de fio pertencentes a outra empresa.
Além dos materiais, a Polícia Civil apreendeu um veículo do ano 2024/2025, que, conforme as informações da investigação, era utilizado para transportar os produtos provenientes dos crimes.
Dois aparelhos celulares também foram apreendidos durante as prisões.
As cinco pessoas foram detidas e encaminhadas para os procedimentos policiais. A investigação deverá reunir os elementos relacionados à atuação do grupo, aos furtos identificados e à receptação dos materiais.
A ação da Polícia Civil também possibilitou a recuperação dos produtos que, segundo a corporação, haviam sido retirados de empresas e obras da capital paraibana.
Fonte: Jornal da Paraíba

